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Trabalheira

por o que procuro, em 02.07.14

Comprometi-me a vestir o meu filho e o meu sobrinho para as duas cerimónias que teremos em Agosto.

As ideias surgiram rapidamente, assim como as cores necessárias, contudo nunca pensei que fosse tão difícil vestir de igual duas criaturas com cinco anos de diferença, não há loja que eu não tenha visto, quer presencialmente, quer online, aqui e aí!

 

Aos poucos as coisas começam a tomar forma e a concretizar-se, com muita pesquisa e alguma paciência pelo meio.

 

 

 

Já consegui adquirir algumas coisas, o resto terá de vir ter cá a casa.
Julgo estarmos no bom caminho, a ver vamos...

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publicado às 09:16

Não quero!

por o que procuro, em 29.05.14

Palavra de ordem do pequeno ser de cinco anos que habita cá em casa, de uns tempos para cá.

Parece que não fazem parte do vocabulário dele outras palavras, porque durante todo o dia, são logos estas ouvidas como primeira resposta a qualquer pergunta.

 

 - Não quer sair da cama;

 - Não quer tomar o pequeno-almoço;

 - Não quer vestir-se;

 - Não quer lavar os dentes;

 - Não quer ir para o ATL.

 

E por aí adiante, isto é só uma pequena amostra entre o levantar e o sair de casa, o resto do dia é perenptório na mesma retórica.

Isto cansa, ó se cansa!

Há dias de mais paciência, mas outros, em que este "não" sai da boca da criatura, independentemente da nossa boa-vontade e explicações, que parece perfurar como uma seta a maior das paciências.

 

Consigo dar a volta à questão com muita negociação, explico, volto a repetir trezentas vezes o porquê que as coisas têm de acontecer de determinada forma, mas, ultimamente nem isso chega, não há explicação que valha, só com ameaças: ficar sem televisão, ou sem brinquedos.

Em última instância e quando a casa já está a incendiar-se pelo atraso (ou até mesmo eu) palmada no rabo, que grande parte das vezes me dói psicologicamente muito mais a mim do que a ele.

 

Na minha modesta opinião estou extenuada, desta árdua tarefa que é educar um filho, mas segundo este pediatra, estou completamente errada nos valores e princípios educacionais nos quais me baseio.

 

Talvez tenha que redirecionar a minha perspectiva, mas o mais emergente é arranjar muita paciência e poder argumentativo, melhor, o que eu queria mesmo era ser igual à mãe do Ruca! {#emotions_dlg.blink}

 

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publicado às 18:52

Os nossos filhos

por o que procuro, em 24.04.10

Ontem, enquanto limpava a casa deparei-me com um pequeno livro "A graça de nascer" que me ofereceram aquando do nascimento do Simão, abri-o ao acaso e li este poema, quis deixá-lo aqui porque diz tanto sobre a forma como devemos encarar os nossos filhos...

 

"Os vossos filhos não são vossos filhos.

São filhos e filhas das aspirações

que a vida tem.

Nasceram por vós, mas não de vós.

E embora caminhem convosco,

não vos pertencem.

Podeis dar-lhes toda a vossa ternura,

mas nunca os vossos pensamentos.

Porque eles têm

os seus próprios pensamentos.

Podeis abraçar os seus corpos,

mas não as suas almas.

Porque as suas almas

se instalam na casa do amanhã,

essa que não podeis ver,

mesmo nos vossos sonhos.

Podeis tentar ser como eles,

mas não procureis fazê-los como vós.

Porque a vida não recua nem regressa à madrugada.

Vós sois os arcos que lançaram os vossos filhos

como flechas vivas."

 

K. Gibran

 

 

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publicado às 10:00

Faz hoje 6 meses...

por o que procuro, em 17.11.09

Que aprendi o verdadeiro significado da palavra Mãe.

Que soube o que é "dar à luz".

Que descobri a responsabilidade e a inquietação.

Que me entrego diáriamente como nunca o fiz.

E que descobri o significado de um Amor incondicional!

 

 

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publicado às 15:37

Women's Brotherhood

por o que procuro, em 22.06.09

Salvo raras excpeções que constituem a famosa regra que "as mulheres são umas cabras umas para as outras", posso considerar que num circuito reduzido, de amizade verdadeira e fraterna, as mulheres formam um clã.

 

Tomei consciência disso ao longo da gravidez e ainda mais agora que o filhote nasceu, é vê-las a partilhar experiências, dar dicas e conselhos, emprestarem coisas e loisas, disponibilizarem-se para o que der é vier, acompanharem de perto esta viagem que estamos a realizar.

 

Considero também que somos seres únicos, não numa perspectiva feminista, mas para arquear com as responsabilidades, na capacidade de lidar com situações mais dolorosas e penosas, ou melhor, na capacidade de ultrapassar obstáculos e lidar com as situações, somos muitas vezes bombeiras de serviços e as primeiras a afirmar: -"Aqui estou!" para resolver pequenos dramas.

 

Mais, apresento a minha sentida homenagem, a todas aquelas que criam filhos sozinhas, uma árdua tarefa, que reconheço não ser nada fácil, quando não se conta com ninguém, ou até mesmo tendo companheiro, não se possa contar com a presença de familiares ou amigos, que sustem uma rede de suporte extremamente útil e necessária, numa jornada como esta.

 

Por tudo isto, nós mulheres e mães, somos um espectáculo!!

 

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publicado às 15:14

"As conversas são como as cerejas"

por o que procuro, em 09.03.09

Este fim de semana, num jantar com amigos, a conversa rodou acerca de um assunto, que para mim é neste momento de suma importância: as crianças e o que fazemos delas!

 

Houve relatos de tudo, desde o conhecimento de abusos sexuais, em que a progenitora preparava a cria para ser abusada pelo padrasto, "deixando-a a ela em paz e descanso", progenitores que acordam os filhos (7/8 anos) a meio da noite para ver a playboy, estas e outras situações reportadas sem grande sucesso, que caiem no esquecimento, ou acabam em tribunal, com as famosas "penas suspensas" a que já estamos habituados, nesta amostra de pais.

 

Até coisas mais rotineiras, como a transmissão de valores e princípios, ou da própria maneira de ser dos pais, que quer queiramos, quer não, se transmite em pequenos gestos do quotidiano, em palavras ditas, em gestos concretizados e que vão, aos poucos moldando os nossos filhos. Estas pequenas "partes de nós" acrescidas à personalidade própria da criança, nem sempre resultam num conjunto homogéneo e equilibrado, acabando por vezes, por os transformar em seres problemáticos, com angúsitas, comportamentos desviantes e desestruturados.

 

Sei que ninguém é perfeito, nem nasce ensinado nesta tarefa de educar, ou melhor, ser pai/mãe nos dias que correm.

Resta-nos, apesar da angústia e da inexperiência, a certeza de não queremos repetir os mesmos erros dos nossos pais, estarmos alerta para as circunstâncias que nos rodeiam, ter disponibilidade para ver crescer os nossos filhos, mas acima de tudo, saber reconhecer as situações que não conseguimos resolver ou com as quais já não conseguimos lidar e procurar ajuda profissional para aprender a lidar com elas...

 

 

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publicado às 15:57

O "chico-espertismo" português

por o que procuro, em 18.02.09

Acabei de ter uma conversa "sui generis" com o meu marido à hora de almoço.

 

Parece que um colega de trabalho meteu conversa, para partilhar as astúcias que se podem realizar com a licença de paternidade, senão vejamos: quando foi pai pela primeira vez,  gozou a licença de paternidade, ou seja, 3 meses em casa.

 

Pergunto eu: Mas a esposa não teve direito à licença?

 

Não, porque a senhora trabalhava a recibos verdes para o ESTADO, assim, a superior hierárquica decidiu que lhe pagariam os meses que estivesse em casa com o recém-nascido, apesar de não estar a trabalhar.

 

Na minha inocência: então receberam dos dois lados e ficaram os dois em casa!

 

Não! Chega a ter mais uns laivos de malvadez, o colega não ficou em casa os 3 meses, foi trabalhar, ou seja, recebeu a licença de paternidade da segurança social, por ter estado supostamente em casa, a entidade patornal, pagou os vencimentos porque ele esteve a trabalhar durante esse tempo, e a esposa ainda recebe, pelo tempo que esteve em casa!!

 

Ora digam-me lá se isto não é astucioso???

   

 

Surgem-me aqui, algumas questões:

  • Como é que a entidade patronal concorda com isto?
  • Não houve ninguém, por parte da segurança social, que fosse verificar que realmente a pessoa estava em casa, a gozar a licença de paternidade?
  • Ainda existe a supina lata, por parte da pessoa de partilhar estas artimanhas!?

O meu maior problema, é saber que este, decididamente não é CASO ÚNICO, haverá milhares por esse país fora, com licenças de paternidade, RSI e afins, a ludibriarem o sistema!

 

E infelizmente, com os maus exemplos que vêm de cima, as pessoas acham-se no direito de terem estas atitudes!!

 

DECIDIDAMENTE, SINTO-ME DESLOCADA NESTE PAÍS!!

 

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publicado às 13:50

Alargar da Família...

por o que procuro, em 24.11.08

Nesta caminhada a dois, decidimos que deveriamos alargar o âmbito da nossa felicidade e partilha, mas essencialmente do nosso amor...

 

E porque já é oficial para quem me rodeia, achei que se este era um espaço onde partilho aquilo que sou e a minha vivência, esta era sem dúvida uma notícia que merece ser partilhada: estou grávida!

 

Apesar do quadro de partida não ser o melhor e das circunstãncias iniciais terem sido assustadoras, nunca deixámos de acreditar que nos seria possível, assim, contamos já com 13 semanas de "grávidos"!!!

 

Sinto-me abençoada!! Estamos felizes!!!

 

Por hora, só isso importa!!

 

 

 

 

P.S.- Coloquei um contador no início, para me ir apercebendo do tempo de caminhada percorrido, ou melhor, quanto tempo falta para o "Big Ben"

 

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publicado às 16:32

Os pais que nos formatam

por o que procuro, em 26.06.08

Gostam do título??

Surgiu na sequência de conversas com amigas acerca dos pais e das mães. Esses seres que nos puseram no mundo e que nos formatam.

Apesar deste ser um termo informático, achei que se podia adequar à situação, formatar significa dar um formato a um documento ou a um supote de dados (disquete, disco rígido, etc.), não será isso que os nosso pais nos fazem? Dão-nos um formato?? Alimentam-nos para que tenhamos um formato físico, mas transmitem-nos valores, princípios, regras para formatarem a nossa consciência, personalidade, o nosso EU.

 

Este EU, apesar de estar formatado pelos pais, pelo meio, pela socialização a que somos expostos, também possui os seus próprios parâmetros, que nós próprios vamos construído. E é aqui que por vezes surgem conflitos e problemas...

 

Chegados a uma determinada fase da nossa vivência, que para alguns acontece logo na adolescência, acredito que pomos muito daquilo que nos foi transmitido em causa, e dá-se a revolta, o "grito do ipiranga", a nossa independência, o nosso próprio EU impera, embora formatado, vivemos segundo os nossos parâmetros e assumimos as consequências...

 

Outros há, que vivem feliz e alegremente sob esta camuflagem criada pelo que nos é transmitido, aparentemente sem qualquer problema, com regras, valores e princípios definidos pelas balizas que os pais construiram...mas em determinadas circunstâncias  surgem em nós problemas em aceitar a realidade, em vivê-la plenamente, como se qualquer coisa em nós o impedisse, como se houvesse um "erro interno" que não nos deixa viver em sintonia e harmoniosamente, que não nos permite falhar, ficar decepcionados, ter desejos...

 

Numa busca ao nosso subconsciente deparamo-nos com o facto de que tudo isso nos foi introduzido por aqueles valores e princípios  da infância, que acabamos por cristalizar e que fazem parte de nós como a nossa pele, mas que actualmente nos impedem de viver a nossa vida, de uma forma saudável.

 

Segue-se um longo e árduo caminho para percebermos o que nos faz bem e mal, o que devemos aceitar ou o que simplesmente nos faz sofrer e não nos serve para mais nada...

 

Mas quão doloroso é esse caminho, de "despir parte de nós"  e de reconstruírmos o nosso próprio EU?

 

Hoje somos filhos, amanhã seremos pais, espero que tenhamos em atenção aquilo que realmente valerá a pena transmitir-lhes!

 

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publicado às 11:04

Dia da Mãe

por o que procuro, em 04.05.08

Hoje comemora-se o Dia da Mãe, apesar da tradição já remontar à Grécia Antiga, foi com Anna Jarvis, que este se intsitucionalizou internacionalmente.

Ela pretendia com este dia: "tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe."

Apesar das manifestações de amor e afecto, que se pretendem com esta data, não deixam por vezes de ser apenas pontuais...

Ser Pais, ou Mãe, é tarefa árdua, não é suposto serem os nossos melhores amigos, nem os nossos confidentes (acho que para sanidade mental de ambas as partes!!), são Pais e Mães, ou seja, as bases estruturantes dos nossos princípios e valores, sinónimos do amor incondicional e de presença permanente, que deixa a sua marca indelével, em nós.

Contudo, apesar desta caminhada de vida  paralela, entre pais e filhos , há "bifurcações" e obstáculos que nos fazem, por vezes, caminhar para longe, ou aproximarmo-nos, dependendo das circunstâncias.

Todavia, surgem por vezes momentos, em que colocamos em causa muitos dos princípios e valores transmitidos, além de nos questionarmos, se fizeram as escolhas certas, acerca de nós, se houve equilíbrio naquilo que nos transmitiram, se estiveram verdadeiramente sempre lá para nós...

Questionamentos que nem sempre são vocalizados, e que acabam por cria e alargar o fosso, que queremos acreditar que não existe.

Nesta "paz podre" em que vivemos, acabam por persistirem as questões que irradiam silenciosamente dos nossos olhos, fazendo surgir muitas vezes a dor, a ângustia, e uma vontade tremenda de perguntar "porquê?"

Certo é, que independentemente das escolhas feitas no nosso passado, este é o presente com que temos de viver, estes são definitivamente os pais que temos, com os quais temos de lidar.

Assim, acho que nos cabe a nós, aceitar o passado, que afinal nos transformou naquilo que somos hoje, procurarmos e construirmos a nossa própria serenidade e felicidade...

Posto isto, com serenidade e feliz por aquilo que sou, UM FELIZ DIA DA MÃE!!

 

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publicado às 17:17


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