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Ultimamente..

por o que procuro, em 18.11.15

Vivo à base de música, que me transporta pelos dias, sem pensar muito, sem escutar o corpo e a alma, seguir em frente, focar na música.

Só a música...


Hoje é esta

 

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publicado às 18:14

O meu ninho

por o que procuro, em 22.09.15

Vivo dentro dele, leve, quente, acomodada e moribunda.

Olho, através dele, a realidade lá fora, almejo-a, quero-a, mas o medo de sair, de falhar faz-me ficar dentro dele...

E os dias escorrem, os anos passam e vivo dentro de um ninho, leve, quente, acomodada e moribunda.

Quando terei eu coragem de sair de dentro dele, calcorear o caminho que tanto procuro e olho por entre o meu ninho...

Quando aceitarei eu que cair faz parte do caminho, que haverá sempre quem me ajude a levantar, que a realidade se acomodará aos meus passos e que o que importa no fundo é sair do ninho e VIVER!

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publicado às 22:33

Por falar em ciclos...

por o que procuro, em 10.09.15

Vou retomar um tarda nada, o da psicoterapia, já não sei quantos anos vão destes "ciclos psicoterapêuticos" como se houvesse sempre problemas que surgem, fantasmas que se impõem, que novamente me esmagam e me fazem "re-questionar" tudo. Sinto-os sempre como uma derrota sobre mim mesma, como se não fosse capaz de enfrentar sozinha os males que me oprimem e desta feita colocam tanto em causa...

 

Contudo encaro este retorno como uma necessidade, isso assumo sem culpa, pelo sofrimento que tenho sentido, por tudo o que germina em mim, a última consulta foi prova inequívoca disso, o nomear do que sinto fez-me perceber a dimensão do problema. A tomada de consciência trouxe-me ao mesmo tempo o choque sobre a realidade sentida, os meus alicerces, aquilo que considero inabalável, está a sofrer um valente abanão.

 

Está a ser difícil de aceitar, ainda mais fazer alguma coisa para mudar isso, mas quero acreditar que mais uma vez vou ser capaz de superar isto.

 

Psicoterapia1-350x208.jpg

 

 

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publicado às 17:37

Os ciclos da Vida

por o que procuro, em 08.09.15

Por estes dias há novos ciclos que se iniciam, há quem comece o ensino básico, há quem case, há quem inicie uma nova formação académica, há quem se mude de país, de casa e de emprego e há quem tenha terminada a caminhada de Vida terrena.

 

A Vida é feita assim, de ciclos, de recomeços, de mudanças, de finitude, ensinando-nos que nada é constante, nada é para sempre, que nos cabe a nós seguir em frente, decidir, adaptarmo-nos e vivermos o melhor que a Vida tem para nos dar.

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publicado às 21:54

Saudades de estar

por o que procuro, em 02.09.15

Tenho saudades de estar com as pessoas, com tempo, sem muita gente à volta.

 

Saudades dos meus, dos jantares combinados à última hora, do café, do gelado, do "aparece cá em casa".

 

Da disponibilidade, do relacionamento que agora se foi...

 

Já não pertenço ao dia-a-dia de lá, nem tenho dia-a-dia cá com ninguém em particular e sinto muita falta desta pertença, da partilha.

Comunico com alguns, poucos, diariamente, porque a amizade se manteve, porque o acesso a vias alternativas de comunicação é mais fácil, porque nos esforçamos para que seja possível e eu agradeço-lhes muito por isso, por ainda fazerem parte de mim, do meu dia-a-dia, apesar de já não "estarmos juntos"...

 

 

dor_da_saudade.jpg

 

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publicado às 10:14

Do regresso das férias

por o que procuro, em 20.08.15
  • 1 kg a mais na mala
  • 2 kg a mais no corpo
  • 3 h de roupa passada a ferro

Muita arrumação ainda por fazer e por fim... Uma alma despedaçada e perdida por entre a Península Ibérica e o Reino Unido.

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publicado às 09:32

Arrumar a casa

por o que procuro, em 19.08.15

Pela enésima vez, deu-me para mudar aqui o estaminé, ver se retoma vida, sim porque tomei consciência que não vivo sem escrever por aqui...

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publicado às 18:37

Faltou o mais importante

por o que procuro, em 21.10.14

No Domingo o Simão queixou-se de dores de barriga ao deitar, meio a rir, meio a sério, percebemos que devia ter algum desconforto menor e muita espertina!

 

Decorreu meia hora, entre gargalhadas, caminhadas e rabugice, sempre sozinho no quarto dele. Acabou por se deitar e chamar por mim, numa canção de embalo, entre o "quero a minha mãe e dói a barriga", sempre bem-disposto e mais como forma de chamar a atenção do que de dor propriamente dita.

 

Continuámos com as tarefas que estávamos a fazer, no andar de baixo, até que me afluiu à consciência a minha infância e percebi que não o poderia deixar assim.

 

Quantas vezes com a idade dele adormeci, a cantarolar a "canção do embalo" do "tenho sede" ou "anda cá mãe" e nunca vi o copo de água ou a minha mãe sequer?

Deitei-me ao lado dele, fiz-lhe massagens na barriga, ele abraçou-me e acabou por adormecer, serenamente.

 

Ontem, embalei a criança que eu fui, apaguei-lhe o desconforto, mas sobretudo a carência de amor...

 

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publicado às 09:00

Bode expiatório

por o que procuro, em 03.09.14

Ora segundo opinião de quem sabe, parece que foi a figura de que servi no passado fim de semana, reconheço que fiz um comentário infeliz e descabido, a três pessoas presentes e como quem conta um conto, acrescenta um ponto, foi logo divulgado junto de terceiros que por sua vez o acataram como uma afronta pessoal e mais, um vil ataque à memória de alguém que já partiu.

 

Longe de mim tal intenção, não queria de todo magoar as pessoas nestes termos, então eu que já sofri tanto com o mal que me fizeram e disseram, não quero mesmo assumir este papel perante os outros. Mas também acho que empolaram a situação de tal forma, aliás levaram-na ao limite do imaginável...

 

Sei que são pessoas com vidas complicadas, estão fragilizadas e a passar por situações difíceis, também percebi que coloquei o dedo na ferida, logo muito facilmente servi de bode expiatório, foi mais fácil ficarem tristes e zangados com o meu comentário e comigo do que olharem e repararem a sua própria vida.

 

Espero ter suprido o propósito de alívio psicológico da pressão que sentem com o seu quotidiano e rezo para que recuperem a calma e a serenidade e sobretudo que Deus os ajude a levarem o jugo desta Vida em bom caminho.

 

 

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publicado às 17:46

A contar dias

por o que procuro, em 13.08.14

Esta fase pré-férias, que antecede a longa viagem com o (espero eu!) abraço final é tão ansiogénica!

 

Aglomeram-se coisas e roupas, num sofá do escritório, há listas com coisas para fazer, outras para comprar e até já para trazer.

 

Olha-se para as datas dos iogurtes ou do que for e pensa-se que naquela data estaremos longe, olha-se para o calendário e pensa-se daqui a oito dias estaremos lá a fazer isto ou aquilo, com A e B.

 

Bem sei que vai passar rápido, que temos burocracias para tratar, haverá dois eventos finais a rematar as férias, dos quais antevejo vir a precisar de descanso, mas nada disso importa...

 

Agora, que decorram calmamente os dias que ainda faltam e venha a jornada das quase 10 horas de caminho para aquele abraço!

 

 

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publicado às 16:11


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