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Fazer compras sem sair de casa...

por o que procuro, em 16.11.09

No meio da azáfama que foi a semana passada, com idas a bibliotecas, muita leitura, muita rabugice e alguma febre do meu filho por causa dos dentes, ir às compras parecia-nos incomciliável.

 

Apesar de fazer as compras semanais no supermercado que tem preços baixos de janeiro a janeiro, há coisas que não compensa comprar lá, como sejam detergentes para roupa, artigos de higiene ou outros para o Simão, por isso, de vez em quando vamos ao Jumbo, só que são bem 2 ou 3 horas perdidas.

 

Assim, resolvemos fazer compras on-line, acedemos ao www.jumbo.pt, fizemos a nossa inscrição, seleccionámos o que queríamos, escolhemos a hora e dia de entrega, bem como a forma de pagamento (com multibanco em casa!!) e restou esperar.

 

Estava receosa, porque pedi produtos frescos, carne nomeadamente e comprar sem ver, ainda é algo que me faz confusão, adiante...

 

Dentro da hora marcada (são períodos de duas horas) tocam à campainha, deixam-nos as compras onde quisermos, cá em casa ficaram em cima da mesa da cozinha, tudo dentro de sacos plásticos, paguei menos do que me apresentaram no site, por causa dos produtos comprados a peso e pronto, meia hora depois tinha as compras arrumadas, tudo no sítio, sem sair de casa!

 

O bom disto tudo é sem dúvida o conforto, o tempo que se poupa e não ter de andar a carregar com sacos, além do monte de amostras que recebi, quase todas úteis, pelo que não me posso queixar.

 

O senão, sim, porque comigo há sempre um senão, o facto de nos esquecermos de alguma coisa e já não há volta a dar, se a encomenda estiver em preparação não podem alterar a lista, pelo que antes de fazerem a encomenda convém fazerem uma lista de compras com tudo o que falta em casa, além disso o preço, tem que se pagar 6€ pela entrega...

 

(Deixem lá ver se esta semana consigo ser mais assídua por aqui...)

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publicado às 09:52

Os pais que nos formatam

por o que procuro, em 26.06.08

Gostam do título??

Surgiu na sequência de conversas com amigas acerca dos pais e das mães. Esses seres que nos puseram no mundo e que nos formatam.

Apesar deste ser um termo informático, achei que se podia adequar à situação, formatar significa dar um formato a um documento ou a um supote de dados (disquete, disco rígido, etc.), não será isso que os nosso pais nos fazem? Dão-nos um formato?? Alimentam-nos para que tenhamos um formato físico, mas transmitem-nos valores, princípios, regras para formatarem a nossa consciência, personalidade, o nosso EU.

 

Este EU, apesar de estar formatado pelos pais, pelo meio, pela socialização a que somos expostos, também possui os seus próprios parâmetros, que nós próprios vamos construído. E é aqui que por vezes surgem conflitos e problemas...

 

Chegados a uma determinada fase da nossa vivência, que para alguns acontece logo na adolescência, acredito que pomos muito daquilo que nos foi transmitido em causa, e dá-se a revolta, o "grito do ipiranga", a nossa independência, o nosso próprio EU impera, embora formatado, vivemos segundo os nossos parâmetros e assumimos as consequências...

 

Outros há, que vivem feliz e alegremente sob esta camuflagem criada pelo que nos é transmitido, aparentemente sem qualquer problema, com regras, valores e princípios definidos pelas balizas que os pais construiram...mas em determinadas circunstâncias  surgem em nós problemas em aceitar a realidade, em vivê-la plenamente, como se qualquer coisa em nós o impedisse, como se houvesse um "erro interno" que não nos deixa viver em sintonia e harmoniosamente, que não nos permite falhar, ficar decepcionados, ter desejos...

 

Numa busca ao nosso subconsciente deparamo-nos com o facto de que tudo isso nos foi introduzido por aqueles valores e princípios  da infância, que acabamos por cristalizar e que fazem parte de nós como a nossa pele, mas que actualmente nos impedem de viver a nossa vida, de uma forma saudável.

 

Segue-se um longo e árduo caminho para percebermos o que nos faz bem e mal, o que devemos aceitar ou o que simplesmente nos faz sofrer e não nos serve para mais nada...

 

Mas quão doloroso é esse caminho, de "despir parte de nós"  e de reconstruírmos o nosso próprio EU?

 

Hoje somos filhos, amanhã seremos pais, espero que tenhamos em atenção aquilo que realmente valerá a pena transmitir-lhes!

 

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publicado às 11:04

A Família (Parentes e afins)...

por o que procuro, em 16.04.08

Ora vamos lá então ter uma aula de direito da família

 

Os parentes são aqueles que estão unidos por laços de sangue, ou porque descendem uma da outra, ou porque descendem de um progenitor comum (pai, mãe, filhos, irmãos, tios, avós)

Os afins, é ligação que se estabelece com os familiares de um dos cônjuges (sogra, sogro, cunhados, tios e primos do marido/mulher)

 

Isto é um conceito de família mais alargada, porque verdadeiramente e jurídicamente, considera-se família, os cônjuges e seus descendentes, sendo os restantes parentes e afins, chamados apenas para fins sucessórios e de resolução de conflitos, como o uso do nome, prestação de alimentos, etc.

 

Pergunto-me porque é que actualmente se resumiu a família aos cônjuges (maridos e mulher) e aos seus descendentes (filhos)?

 

Talvez num reforço  do seu carácter individualista, na restrição do seu âmbito, que culmina neste modelo nuclear de sociedade familiar...

 

Interessante este carácter individualista da família, talvez se possa relacionar com a era do umbiguismo, aqui, resume-se a 2 ou 3 elementos, que, vivem as suas vidas, sem compartilhar experiências com os restantes membros da família mais alargada...

Talvez esta forma de agir se deva à falta de um sentimento de pertença, de partilha, mas essencialmente por não comungarmos todos dos mesmos valores, príncipios, e do mesmo modus vivendi...

Quando iniciamos uma vida a dois, estatuimos as nossas próprias regras, formas de organização familiar, e de vivência do nosso quotidiano, que muitas vezes não se coadunam com a forma com que a família (parentes e afins) de ambos procede...

 

E quanto a isso, fazer o quê?

 

Reorganizamo-nos de forma a sermos aceites, e a fazermos parte desta família alargada? Ou seguimos em frente em detrimento destas relações?

É que para alcançar algum equilibrio, tenho a sensação de andar sempre num limbo...

 

Alguém me dizia, há algum tempo (saudade ) que era necessário cada um de nós estabelecer uma rede de suporte, para além da família. Isto posto em prática significa: se te acontecesse alguma coisa grave, quem seriam as pessoas que contactavas, para além dos teus pais, do teu marido, ou dos pais dele?

 

Talvez este seja o caminho...

 

 

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publicado às 08:55

Um Feliz Aniversário

por o que procuro, em 31.03.08

 

Pois é....hoje a minha cunhada faz anos!!!

Aqui fica uma "caricatura familiar", com votos de um Feliz Aniversário....

E agora adivinhem, "Quem é Quem?" ehehehe....

 

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publicado às 07:39


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