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A dura realidade!

por o que procuro, em 12.11.11

Ao fim de quase 36 anos de vida, só agora começo a ver os outros como eles são verdadeiramente, até aqui via-os com os meus critérios e sob o olhar daquilo que eu sou.

Da forma como eu ajo, esperava que os outros agissem, da forma como eu sou e encaro a vida, esperava que os outros fossem e fizessem...

 

Descobri a dura realidade, os outros são como são, com qualidades e defeitos, modos de viver e fazer diferentes dos meus e agem, mesmo para comigo, deacordo com tudo isso. Por isso tenho que deixar de esperar que façam as coisas segundo os meus valores e princípios, segundo o meu sentir, ser e estar, porque isso, cara amiga...nunca vai acontecer.

 

São como são, sempre assim foram e vão continuar a ser, a solução é tão simples como aceitá-los dessa forma e agir em conformidade...

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publicado às 15:30

Das visitas inesperadas

por o que procuro, em 02.11.11

Já fiquei mais melindrada com o toque da campainha e o deparar-me com visitas, sem qualquer tipo de aviso.

Eu não tenho por hábito fazer isso às outras pessoas e também não gosto que mo façam a mim.

 

Mas hoje em dia, tenho outra capacidade de aceitar e perspectivar esta situação, se as pessoas vêm é porque se sentem à vontade connosco para aparecerem, é porque sabem que a minha casa tem sempre a porta aberta e estamos sempre disponivéis para receber.

 

E cada vez mais prezo o "estar" em detrimento de tudo o resto, o que levo desta vida são os momentos que partilho com os outros, com aqueles que me são mais queridos e gostava muito de transmitir isso ao meu filho, o estar com os outros é que importa, são desses momentos que são feitas as memórias que nos constróiem e nos tornam mais humanos...

 

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publicado às 12:00

Passaram-me todos pelos dedos

por o que procuro, em 09.09.11

Ontem, fui buscar um tlm novo, o meu velhinho Nokia, já andava a desfazer-se aos bocados, além das paragens "cardio-respiratórias" que tinha de vez em quando, que me deixavam ansiosa pelos meus contactos, fotografias e mensagens.

 

Por isso, o Sapo A5, estacionou ontem cá em casa, ainda conseguimos passar os dados do tlm antigo para o computador e depois tive de inserir os contactos manualmente no novo tlm.

 

E passaram-me cerca de 100 números de telemóvel pelos dedos...
É estranho, haver pessoas com as quais já não contactamos há tanto tempo, que já não faz sentido ter o número na lista de contactos, outros que já partiram...

Outros há que não sabemos muito bem, colocamos? Deixamos ficar ali na folha de excell?

Tal a relação que temos com a pessoa, insossa, desenxabida, sem sabor, nem cor... E acabamos por inserir o contacto, porque pensamos que não sabemos, talvez amanhã as coisas mudem.

 

Questiono-me se as coisas realmente irão mudar, se amanhã o tlm irá tocar e se ouvirá novamente aquela voz do outro lado, se poderemos alguma vez passar uma esponja sobre o passado e tentar reconstruir o futuro.

Questiono-me mais ainda, se valerá realmente a pena...

 

 

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publicado às 12:07

O que fazer da desilusão?

por o que procuro, em 22.06.11

Já com algum trabalho e distânciamento, acho que ainda bem, ainda bem que esse alguém não me ajudou agora que eu mais preciso, porque me teria agarrado a essa "bóia de salvação" e teria dado tudo, naquilo que porventura não me faria crescer...

 

Assim, esta desilução agitou-me e fez-me perceber que não é nos outros que devo colocar expectativas, é em mim e fazer por que se concretizem, por isso afirmo o que se faz da desilusão? Serve de combustível para sair do buraco em que me encontro e perceber que sou capaz de realizar aquilo a que me proponho...basta querer!

 

Entretanto e noutro campo, apercebo-me que procuro colo, um colo que não tive (tenho) dos meus pais, não aquele colo que nos assegura que estará tudo bem, não, antes aquele colo incondicional, que estará sempre lá, independentemente do que acontecer e que tanto nos abraça e conforta, como nos empurra para a realidade. E afinal tenho esse colo, esteve, está e estará sempre aqui, não vem de pai, nem de mãe, mas vem daqueles que me são mais queridos e especiais, da minha família e das minhas amigas.

Por isso obrigada ao V., ao S., à C. e à M. por estarem aí desse lado com este "colo" sempre disponível!!

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publicado às 23:13

A conversa é como as cerejas...

por o que procuro, em 28.11.10

Mas é bom que assim seja, partilhamos, conhecemos mais do outro do seu sofrimento, do seu estar, da sua felicidade, ontem foi até tarde, sem mais, tão simples, aquilo que somos e sentimos, com segredos, fantasias e desilusões, mas simplesmente nós...

 

Espero que perdure, que sejamos todos capazes desta abertura, porque apesar dos temas, das afinitudes que existam ou das diferenças extremas, o interessante é que nenhum de nós os vive do mesmo modo e esta partilha faz-nos muitas vezes perspectivar as coisas de forma diferente...

 

E eu, para a próxima, prometo falar menos e escutar mais!

 

 

 

 

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publicado às 20:39

As três estarolas e o pinipon

por o que procuro, em 12.08.10

As três estarolas e o pinipon têm ido à praia, logo pela manhã fresquinha, é vê-los passar a ponte de carrinho, para uma das praias da Costa da Caparica e regressarem ao fim da manhã, horários de bébé, como se quer com o pinipon.

 

Perguntam-me se vale a pena a deslocação por duas ou três horas de praia?

 

Eu digo que sim, para sentir a frescura da água, para ter outro tom na pele, mas essencialmente pela companhia, pelas conversas, pelo estar, pelas brincadeiras dele...

 

Assim, agradeço a oportunidade não só de ter quem me acompanhe, mas sobretudo de poder fazer tudo isto!

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publicado às 15:54

Os Padrinhos

por o que procuro, em 09.08.10

Os Padrinhos de Baptismo, são, na minha ideia, alguém que ocupa um lugar especial, na vida do afilhado, sempre presentes, para auxiliarem no crescimento, educação daquele ser, para se substituirem aos pais em caso de fatalidade e serem ainda mais imprescindiveis, como Luz que ilumina um caminho...

 

E o meu filho, tem tudo isto e muito mais, dois seres excepcionais, com quem temos contado SEMPRE desde que ele nasceu, para TUDO, MESMO e isso vê-se, não só pela nossa amizade e gratitude, mas essencialmente pelo sorriso nos lábios e a felicidade estampada no rosto do pequeno Simão de cada vez que os vê!

 

Como me diz o meu marido: "Alguém sabe muito bem o que faz...".

Obrigada por isso!

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publicado às 09:30

O que eu precisava de ouvir...

por o que procuro, em 06.08.10

Conversa no MSN com a M.: «qd perdoares o teu passado, aceitares-te como tu és e aceitares como são as pessoas que te rodeiam e viveres a tua vida, tal como ela é, as coisas melhoram...»

 

E como eu precisava de ouvir isto.

 

Obrigada!

 

 

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publicado às 12:25

A desilusão

por o que procuro, em 24.06.10

Esta semana desiludi uma amiga, muito, mesmo! Daquelas desilusões que causamos nos outros e vemos a expressão facial a mudar, a voz, tudo, porque sabemos que "despejámos o balde de água fria" de que não estavam à espera.

Apesar de ter sido por telefone, senti do outro lado, que alguma coisa se desmoronou, se partiu, se calhar irremediávelmente...

 

É estranho, muito estranho estarmos no papel de quem desilude, termos consciência disso, darmos voltas e mais voltas à questão e percebermos que não há volta a dar, que vai mesmo ter de ser assim, por muito que não queiramos que seja.

 

Mais estranho ainda é sentirmos que do outro lado, apesar da desilusão, nos compreendem, nos entendem e percebem o porquê de ter de ser assim, porque existe uma amizade, porque existe um laço, um vínculo, que embora não seja de sangue, nem nada que se pareça, vale para nós, ou para mim, muito mais do que qualquer outro...

 

Ainda penso, que no "Dia D", vou agarrar em mim e vou ver-te vestida de noiva, só porque sei, que ambas merecemos isso!

(suspiro)

 

 

 

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publicado às 10:10

A minha casa

por o que procuro, em 04.06.10

A minha casa é ponto de encontro...

Na minha casa toma-se café.

Na minha casa almoças-se, lancha-se e janta-se, assim desprentenciosamente...

Na minha casa dá-se colo, caminha-se e recebem-se sorrisos...

Na minha casa, está-se, fala-se, combina-se...

A minha casa é também de cada um deles e eu orgulho-me muito disso!

 

 

 

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publicado às 11:16


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