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Questões "facebookianas"

por o que procuro, em 06.08.14

É normal entre casais andarem a partilhar coisas no mural de cada um ou mesmo perguntas?
Parece que não falam um com o outro...

 

E entre amigos, colocarem questões no mural público para toda a gente ver?

Existe a possibilidade de se manter uma conversa em privado com qualquer dos nossos amigos, sem estar a expor o que pretendemos aos olhos do mundo...

 

Acresce ainda as fotos, de tudo e mais alguma coisa, chegam a ser às centenas se há um qualquer evento, sem faltar as crianças expostas em todas as fotografias.

 

Claro que está ao critério de cada um resguardar a sua privacidade, mas decididamente há situações e questões que me ultrapassam, mas deve ser só a mim...

 

 

 

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publicado às 17:52

Desequilíbrios

por o que procuro, em 23.07.14

Parece que a vida é feita assim, destes desequilíbrios, quando pensamos que podemos andar numa linha recta e vermo-nos livres de algumas coisas, eis que a vinda nos finta os planos e se desequilibra, lembrando-nos, como no último livro que li "A Filha do Papa" que "Não faças planos para a vida, para não estragar os planos que a vida tem para ti".

 

O importante agora é tentar reequilibrar, o corpo e a vida, até...ao próximo desequilíbrio!

 

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publicado às 09:21

Desabafo

por o que procuro, em 09.07.14

Sinto-me tão cansada, o corpo pesado, acordo com dores nas articulações, a partir das cinco horas da tarde já tenho sono, tudo me pesa.

 

Depois são os dias que se somam, numa rotina que me impus sem fim.

 

Preciso de uns dias de descanso, sem listas de compras, ementas, despertador a tocar, trabalho, até marido e filhos podiam tirar férias!

 

Férias, essa palavra sagrada, que ainda tardam tanto, mas tanto a chegar.

Mas trazem-me um sentimento de ambivalência muito grande, almejo por elas, mas sei que vão passar a correr e também tenho perfeita noção do que me espera e do quão cansativo alguns dias vão ser.

 

 

 

 

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publicado às 20:33

Tive um sonho

por o que procuro, em 28.06.14

Sonhei, que uma médica altiva por detrás da sua secretária me dizia que eu tinha cancro, entregou-me uma folhinha verde com a requisição das análises que só viriam confirmar o diagnóstico.

Das imagens fugazes, com muitas pessoas à mistura entre elas alguns mortos em consequência da mesma doença, ficaram-me sensações, de impotência, de raiva, a negação, o chão a fugir-me de baixo dos pés e a tremenda questão do "porquê eu".

 

Acordei, cansada, assustada, já no chuveiro, com a água a correr pelo corpo pensei que não passou de um sonho, nada daquilo é verdade...

 

Mas fica uma grande e enorme incógnita, que me atormente os dias: será que um dia poderá ser verdade?

 

 

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publicado às 18:55

Diferenças de personalidade

por o que procuro, em 28.05.14

Se o marido fizer asneira, podem ter a certeza que sou a primeira a apontar o dedo, a julgar, criticar e andar duas semanas a remoer o assunto.

 

Se eu faço asneira (e desta fez foi um pequeno desastre!) o marido diz: "deixa lá isso". Se contínuo a massacrar-me a mim própria pelo que fiz, ainda ouço um "mas ainda está a pensar nisso!"

Quem me dera ser assim. {#emotions_dlg.sidemouth}

 

 

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publicado às 18:01

Dias de desânimo

por o que procuro, em 15.05.14

Também existem, e não são poucos, aqueles dias em que o trabalho não faz sentido, a rotina pesa, só queremos fugir porta fora porque parece que nada bate certo...

 

Dias em que a saudade bate forte, em que coisas sem sentido nenhum acontecem, em que as conversas com presença fazem tanta, mas tanta falta.

 

Dias em que estar cá ou lá é indeferente, porque só "estamos bem onde não estamos e só queremos ir onde não vamos".

 

Quero atribuir isto à crise da idade, que essa sim, já pesa! {#emotions_dlg.blink}

 

 

Vou dormir, espero que amanhã, bem...amanhã será com certeza outro dia.

 

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publicado às 00:00

Só uma fase

por o que procuro, em 12.05.14

Corria o ano de 2010 quando em desespero de causa me sentei no consultório da minha médica de família da altura, os dias arrastavam-se uns aos outros, não tinha vontade de fazer nada, chorava sem motivo aparente, estava desempregada, o meu filho com 18 meses tinha iniciado há pouco a creche e a minha casa tornara-se no meu único refúgio.

 

O diagnóstico certeiro e assustador chegou: depressão.

Esse "lobo mau" que tanta gente atormenta tinha-me atingido a mim e explicava o fundo do poço onde me sentia e dizia encontrar-me.

Fui logo medicada e por iniciativa própria retomei a psicoterapia que anos antes tinha tão orgulhosamente deixado como sinal de autonomia e crescimento próprio. Este passo foi sem dúvida para mim o mais difícil, voltar às consultas com a minha psicóloga de eleição, como se o trabalho árduo tido anos antes se tivesse desvanecido em mim. O que se revelou errado, os motivos eram outros, mas o EU era o mesmo.

 

Entretanto a medicação revelou-se errada, tive de consultar uma psiquiatra, mudei a medicação que mantive até há pouco tempo e continuei a psicoterapia até ter vindo residir para cá.

 

Em Março deste ano, ponderei, reflecti e achei que era chegada a hora de largar o pouco que me prendia aquele diagnóstico: a medicação.

Consultei o meu médico de família cá e regressei a casa com a indicação de tomar metade da dosagem da medicação habitual, já naquele dia.

 

Começou o descalabro: muita irritabilidade, novamente o choro fácil, pesadelos, mal-estar geral.

Fiquei amedrontada, questionei-me se isto seria apenas durante a fase de desmame da medicação ou este seria o meu novo EU!

 

Tranquilizaram-me amigas e sobretudo a minha psicóloga (sim, apesar dos quilómetros que nos separam, nunca, nunca deixou de estar presente!) tudo isto era normal nesta fase, que, apesar disso deveria ter sido menos abrupta e mais gradual.

Passou-se um mês, mas o corpo continuava a dar sinais de ressaca, pelo que a conselho do médico continuei com metade da dosagem por mais dois meses.

 

Devo confessar que nunca pensei que fosse tão difícil, principalmente as noites, o sono mais leve, agitado com pesadelos, esta irritabilidade constante, falta de paciência, a mudança de humor, como se regredisse naquilo que sentia e no que era.

 

Na próxima semana entrarei numa nova fase, nova diminuição de dosagem e posterior toma em dias alternados, mas uma vez receio o que advirá, agarro-me ao facto de ser apenas uma fase e de saber que tarda nada estarei livre de tudo isto.

 

 

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publicado às 18:22

Mantém-te firme

por o que procuro, em 28.03.14

 

 

Boss AC - "Alguém me ouviu (Mantém-te Firme)" featuring Mariza

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta 
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz..

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo de mais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? Donde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz... 

Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida para a morte?
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer bem
Não sei o que é o ódio não desejo mal a ninguém
Há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando, a esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto que o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz... Mantém-te firme

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publicado às 08:00

Sem perceber nada

por o que procuro, em 25.03.14

Não percebo o que se passa comigo, não leio, não escrevo, não vejo séries na tv, limito-me aos blogues a que sou assídua, um ou outro programa e muito Facebook.

 

Somam-se dias (para não dizer meses!) nesta inércia, nesta falta de interesse, em que sobrevivo, sem entusiasmo, numa rotina construída que envolve muitas receitas, manter a casa limpa, arrumada e organizada e levar a cabo o meu part-time o melhor que sei.

 

O tempo não ajuda, bem sei, a Primavera tarda em chegar as temperaturas baixaram, regressou o frio e a chuva, mas digamos que por aqui não é surpreendente, ao fim de dois anos já deveria estar acostumada.

 

Julgo que sou eu, apenas eu, em mais uma fase, que desta feita se está a prolongar demasiado, reconheço diáriamente que deveria fazer algo para ultrapassar isto, mas falta-me sempre a coragem, ou a ousadia para dar o primeiro passo...

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publicado às 16:43

Pequenas coisas

por o que procuro, em 20.02.14

Porque há pequenas coisas que chegam até nós, que fazemos por nós, que fazem toda a diferença nos nossos dias!

 

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publicado às 14:18


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