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Há fases da vida do ser humano, em que não nos bastamos a nós próprios, circunstâncias e problemas diversos, fazem-nos entrar em bloqueio, viver em sofrimento, numa amálgama de sentimentos, de vazio, que nos impedem de seguir com a vida em frente ou simplesmente de a viver diáriamente em pleno, e aqui faço jus à importância de psicólogos, psicoterapeutas e psiquiátras, estes profissionais de saúde, servem precisamente para nos ajudar a encontrarmos instrumentos, meios e formas de ultrapassar obstáculos, de nos conhecermos e libertármos da angústia que tantas vezes nos oprime.

 

Tudo isto parece assim, fácil, verdadeiro e transparente, mas nem sempre é, a caminhada é árdua, o percepcionar e aceitar que se tem um problema que precisa da intervenção de terceiros, desta especialidade médica, para ser resolvido, não é linear, antes pelo contrário, é por vezes difícil de aceitar, até porque o próprio não acredita muitas vezes que necessita de ajuda, sem contar com o preconceito que ainda vigora na mente das pessoas em relação às psicoterapias e afins, comentários como, "é apenas para gente maluca", "isso é para gente psicológicamente fraca" ainda são hasteados por muitos, mesmo as gerações mais novas.

 

E é vê-los passar pelos problemas, sim porque têm que passar por eles na mesma, acabrunhados sob o peso da dor, inseguros e enfraquecidos pela luta diária travada, mas é-lhes contudo preferível viverem assim, do que enfrentarem o problema. Por vezes nem acho que seja só o preconceito que os faz negar a necessidade de ajuda, mas o medo, da caixinha de pandora que é a nossa mente e o nosso verdadeiro EU, que sabemos existir escondido no nosso consciente, que ao ser descoberto, nos pode fazer confrontarmo-nos com outras coisas das quais temos muito mais medo...

 

 

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publicado às 15:17


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