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Aula de economia familiar

por o que procuro, em 30.06.14

Ao passarmos por um stand de carros os dois:

Ele - Mãe, quero um carro daqueles.

Eu - Quando fores grande e estiveres a trabalhar, tens o teu dinheiro e podes comprar um carro daqueles.

Ele - Quando for grande vou trabalhar com o pai?

Eu - Não precisas de ir trabalhar com o pai, podes ser o que quiseres. O que queres ser quando fores grande?

Ele - Quero trabalhar nos computadores, como o pai. Mas mãe, quando eu for para o meu trabalho, vou levar a minha lancheira comigo, com uma sandes e fruta. Quero uma sandes de queijo e meloa, pode ser?

 

Lá diz o povo: "no poupar é que está o ganho!"

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publicado às 09:03

Avô

por o que procuro, em 29.06.14

Hoje fazes anos, dia de S. Pedro, sou incapaz de o esquecer.

 

Tenho saudades tuas, sabes, queria ter-te aqui, com o entendimento que tenho hoje da vida e que a maturidade também me trouxe, para falar contigo, perceber-te, abraçar-te, dizer-te que sofreste, muito e que a culpa não foi só tua, foi da vida, foi dela.

 

Se calhar não serviria de nada, não irias entender, a vida foi dura e madrasta para ti, não sei se o percebeste, se alguma vez quiseste mudar isso, ou se simplesmente te submeteste a ela, sem questões, nem alarido, aceitando cada dia, o melhor que pudeste, mesmo com toda a tua fragilidade.

 

Mas agora nada disso importa, são reminiscências, questões minhas, mais do que tuas alguma vez foram, nunca terão resposta e talvez seja assim que deva ser.

 

Nada disso afecta as saudades que tenho, já lá vão 15 anos sem a tua presença física, mas a memória nunca se apagará.

 

Um abraço apertado, onde quer que estejas.

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publicado às 09:12

Tive um sonho

por o que procuro, em 28.06.14

Sonhei, que uma médica altiva por detrás da sua secretária me dizia que eu tinha cancro, entregou-me uma folhinha verde com a requisição das análises que só viriam confirmar o diagnóstico.

Das imagens fugazes, com muitas pessoas à mistura entre elas alguns mortos em consequência da mesma doença, ficaram-me sensações, de impotência, de raiva, a negação, o chão a fugir-me de baixo dos pés e a tremenda questão do "porquê eu".

 

Acordei, cansada, assustada, já no chuveiro, com a água a correr pelo corpo pensei que não passou de um sonho, nada daquilo é verdade...

 

Mas fica uma grande e enorme incógnita, que me atormente os dias: será que um dia poderá ser verdade?

 

 

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publicado às 18:55


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