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Hoje nada ajuda.

por o que procuro, em 21.09.12

Li isto e fiquei petrificada.

 

Estou tão comovida com esta situação toda.

 

Ela tem lutado tanto e agora este desfecho.

 

Queria poder dar-lhe um abraço e dizer-lhe que vai ficar tudo bem.

 

Será possível ainda acreditar num milagre?

Rezo por isso...

 

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publicado às 14:15

Acho que estão a chegar os dias do fim

por o que procuro, em 21.09.12

Tenho a sensação que andei anos, anos (!) a liderar o Coro da Missa das 12h30 da minha Paróquia, a remar para a frente, a marcar ensaios, a procurar músicas novas para ocasiões especiais, a aniquilar fins-de-semana porque era ali que tinha de estar, a sentir a cada Domingo a obrigação, o dever e o direito de ir, de dar o melhor de mim, de fazer com que mais três ou quatro fossem, para sermos Igreja e animar a Comunidade.

 

Assim que tomámos a decisão de emigrar, foi das primeiras coisas que ouvi pessoalmente e que soube mais tarde ter sido comentado por terceiros: com a saída dela, o Coro das 12h30 vai acabar!

E senti um aperto enorme no meu coração, porque nunca quis acreditar nisso, porque sabia que os poucos que estavam o Coro lhes fazia tanto sentido como a mim, porque queria acreditar que ainda era possível uma renovação, um acordar para a realidade por parte daqueles que já tinham esquecido o coro.

 

Mas no fundo, a consciência pesou e falou mais alto e na última Eucarístia a que assisti, ao despedir-me do Pároco, implorei: olhe por eles, porque este coro é tudo para alguns e é muito mais ainda para a Comunidade e com a minha saída, não sei como será...

 

Hoje sei que foram palavras ao vento e o que eu mais temia, julgo estar a acontecer, as pessoas estão cansadas, tristes e desamparadas.

Num grupo que totaliza quase 15 pessoas, são sempre as mesmas duas ou três vozes a estarem presentes, a mesma pessoa a tocar viola.

Não existe disponibilidade, nem responsabilidade por parte dos restantes, os que estão presentes acabam por arquear com tudo e sentirem o peso da culpa, quando querem ter tempo para outras actividades.

 

Se calhar foi melhor assim, se eu não saísse arrastar-se-ia uma situação que já por si era penosa, contudo sinto uma profunda tristeza neste desfecho, embora saiba que ainda nem todos disseram: Basta! Julgo que estão a chegar os dias do fim...

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publicado às 12:45

O que perdi e ganhei ao emigrar.

por o que procuro, em 21.09.12

Desde há uns anos para cá e devo-o à psicoterapia que frequentei, dou muito valor ao estar com os outros, mas um estar verdadeiro, coerente, não uma "paz podre" de conversas sem sentido ou estar sem vontade, antes um estar porque se quer, uma partilha do que se sente, de amizades e relações mais verdadeiras.

 

Não é fácil, conquista-se diariamente e contam-se pelos dedos de uma mão as pessoas com quem isso acontece, mas preenchem-me, fazem-me feliz e julgo que o mesmo acontecerá com os interlocutores. Sinto que com esta distância, tenho vindo a perder isso, porque, lá está, exige presença, exige dedicação, exige partilha à qual o telefone, o skype e o facebook não bastam. Se no início ainda havia alguma frequência nestes contactos, com o passar do tempo e já lá vão quase 8 meses, têm vindo a escassear.

 

Há depois toda uma atenção, principalmente para com o meu filho, desde visitas, estadias de fins-de-semana, irem buscá-lo à creche e mesmo roupa e outras necessidades que ele tivesse, bastava falar nisso, que muitas as vezes as coisas "apareciam" lá por casa. Agora, temos que ser nós e apenas nós a suprir tudo isso, o apoio externo que existe é muito esporádico e pontual e os mimos apenas vêm do pai ou da mãe.

 

Contudo, ganham-se experiências, conheci outro país, outras cidades, reaprendi uma nova língua, conheci outras pessoas, outras formas de estar e viver a vida, outra alimentação até!

 

Neste momento ainda considero que perdi muito mais do que ganhei, porque claro está, a presença daqueles que me são queridos não será colmatada e por muito boa que esteja a ser esta experiência, a saudade, essa, ainda fala mais alto.

 

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publicado às 10:02

Foi há 3 anos!

por o que procuro, em 20.09.12

 

E acho que em tempo algum, como este que vivemos agora fez tanto sentido, este dia, as pessoas que estiveram connosco e a imensidão do Amor de Deus!

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publicado às 15:38

As visitas

por o que procuro, em 18.09.12

O facto de estarmos a viver noutro país, faz com que as visitas de familiares e amigos, sejam uma emoção.

São os dias anteriores e preparar tudo: fazer compras, ementas, os locais a visitar, coisas a fazer.

No próprio dia fazer os petiscos, dar um jeito na casa, organizar as dormidas.

 

Quando chegam é a emoção de ver as pessoas de quem tínhamos saudades, é o estar, as conversas, os sorrisos, a partilha desta que agora é a nossa casa, do nosso quotidiano, da cidade, é vê-los admirados com o que para nós agora é normal. É passear, conhecer novos sítios, tirar 1001 fotografia, percorrer ruas, jardins, museus e mercados, andar nos transportes públicos... É integrá-los na nossa rotina, mais leve por esses dias, sempre falada em português.

 

Por fim, o regresso deles às suas vidas, o acompanhar à útlima viagem de comboio até ao aeroporto, voltarmos para casa e reorganizar tudo: lavar roupas, arrumar camas, fazer comer.

Voltar de novo à rotina, agora mais sós...

 

 

 

 

 

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publicado às 13:59

Extenuada

por o que procuro, em 05.09.12

É como me sinto destas 5 semanas de ser Mãe a tempo inteiro, sem creche, sem amigos, sem família.

 

Há dias, como o de hoje, em que só me apetece sair porta fora e deixá-lo aos gritos, com a sua teimosia, mau feitio e birras.

 

E por muito que eu faça, este sensação de cansaço a roçar o desepsero, não se apazigua.

 

Ainda faltam 5 dias para recomeçar a creche...

 

 

Editado: a cereja em cima do topo do bolo é o marido chegar a casa e anunciar que os ensaios do coro do qual faz parte recomeçam hoje e que ele vai.

             É preciso MUITA paciência para isto tudo, garanto-vos!!

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publicado às 16:22

Há dias li no blog "Cocó na fralda" um post sobre "achados" que tinha feito durante umas arrumações e num dos comentários há alguém que diz: "ora aí está algo que deixei de usar: pensos e tampões."

Fiquei intrigada com a questão e nos comentários posteriores lê-se que a senhora passou a usar Lunette, um copo menstrual.

 

Vi o vídeo que está no site e fiquei ainda mais interessada, já pensaram na possibilidade de se estar com o período, não usar pensos higiénicos, nem tampões?

E durante a noite, em que no meu caso o meu fluxo não diminui, poder dormir sem nada!

Com a menstruação quase a aparecer, pensei que é altura ideal para experimentar isto!

 

Percebi que em Portugal, apenas se vende online, no site da marca e o preço não é muito apelativo, apesar de ser um investimento a longo prazo.

Depois de uma pesquisa na internet, verifiquei que o site da amazon.uk também vende, por um preço mais módico e que uma cadeia de farmácias inglesa, a Boots, disponibiliza também este produto.

Como existe a loja física na minha cidade, pensei que ver o produto seria diferente de comprar online.

 

Entretanto no site da boots, deparo-me com outra alternativa os sofcups, a ideia é a mesma, um copo menstrual, mas este descartável, que se pode usar durante 12h seguidas, findo o qual se deita fora. O preço, ronda os 6,30€ por um pack com 8 unidades que dão para 4 dias de menstruação.

Dirigi-me à farmácia e comprei estes últimos, estou a usar há 3 dias.

 

O meu veredicto:

Pontos a favor: a liberdade de movimentos que proporciona, sem pensos, sem tampões e quando bem colocado, nem se nota.

O descanso são 12h em que não se pensa que se está com o período, findo o tempo, tira-se, deita-se fora e coloca-se um novo.

 

Pontos contra: a higiene, digamos que o retirar não é das coisas mais higiénica que se possa fazer.

A rigidez do aro, custa a manusear.

Requer algum período de adaptação e tem-se a sensação de que mexe e sai do sítio, mas não passa disso: sensação.

 

No global estou bastante satisfeita, dormi descansada e durante o dia, nem me lembro que estou com o período.

No entanto a relação qualidade/preço para adquirir isto mensalmente, não compensa.

Comprei a título de experiência para perceber se me adaptava e se valeria a pena o investimento no lunette.

Agora, no próximo mês faço o investimento no lunette, julgo que deverá ser mais flexível, embora seja diferente na forma como funciona.

A ver vamos.

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publicado às 12:07

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