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A cunhada faz mais uma primavera na semana anterior à Páscoa e quer festejar isso na santa terrinha na Páscoa, mediante a nossa resposta, irá toda a gente para lá...ou não...

 

Sabem que temos compromissos com a Igreja, com a nossa Paróquia e Comunidade, somos parte integrante de quem serve e está disponível, neste tempo litúrgico tão importante para nós, como em tantos outros. Mas o argumento de que ninguém é insubstítuivel, de que temos direito à nossa vida e de que tantas vezes nos deixaram apeados e de também poderemos fazer o mesmo, serve de mote ao convite.

 

Apesar de ter esta idade e já ter largamente passado a fase da adolescência, julgo que sou incompreendida! Não vou à missa pelo Padre, pelos outros (coro), nem pela assembleia, vou porque é a minha maneira de ser útil, de servir a Cristo e a Deus, de louvar, de rezar, de dizer:aqui estou. Mais, de sentir que posso fazer a diferença, porque não sou igual a ninguém, nem ninguém é igual a mim. Sei lá se no meio de tanto salmo, tanta leitura, tanto cântico, não haverá quem tenha aberto o coração à palavra e sentido verdadeiramente o que é a Páscoa??

 

Mesmo que nada disso aconteça, sou eu, sou assim, faz parte de mim caminhar todos os anos, desde que cá estou, para aqueles quatro dias de árduo trabalho, de ensaios, de cânticos, de reflexão e de júbilo.

 

Bem sei que muitas vezes, procurámos um bom motivo para nos afastar-mos de tudo isto, porque é laborioso e porque somos sempre os mesmos a carregar o fardo, mas seríamos nós a dizer:"este ano não estou, porque não quero", não seriam os outros a impor-nos nada.

 

Contudo, e porque sou eu, porque respeito a família e não sou igual aos outros, vou, ou vamos, na certeza porém, que vou assistir numa qualquer Comunidade Paroquial desse Portugal profundo às Cerimónias Pascais e rejubilar de alegria no Senhor!

 

 

 

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publicado às 11:12

A árdua tarefa de educar

por o que procuro, em 09.03.10

Ontem, o meu filho fez um voo rasante da minha cama para o meio do chão, valeu-lhe o tapete fofinho para amparar a queda e um telefonema para a linha de saúde 24 para me acalmar a mim.

 

Dou-me conta que a fase do sossego já lá vai, que ele não pára quieto, que rebola e mexe-se, com uma energia que por vezes julgamos impossível, que o torcicolo que o fez andar na fisioterapia durante quase 9 meses já foi superado, que é agora um bébé normal para a idade dele.

 

E também me apercebo que não há nada pior do que vê-lo sofrer, o choro lacinante ainda ressoa na minha cabeça, o facto de o ver caído no meio do tapete fez o meu coração disparar e é uma imagem ainda presente.

 

São parte de nós, numa simbiose indescritível que nos faz sofrer atrozmente quando sofrem e alegrarmo-nos com a sua alegria, como nunca pensei ser possível.

 

Pode parecer lugar comum, frase feita, mas são emoções que sentimos que nos preenchem e devoram simultaneamente, sejam elas boas ou más e penso que não haverá tarefa mais árdua do que educar os nossos filhos, impor-lhe limites mas deixá-los ir, protegê-los e contudo deixá-los cair...

 

Como tudo isto é trabalhoso, uma realidade nova, uma longa caminhada.

 

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publicado às 16:04

Afinal...

por o que procuro, em 05.03.10

O choro nocturno, a rabugice diurna, a necessidade de colo, mimos e atenção por parte do meu filho, têm uma justificação, estão a tentar romper a gengiva, não um, nem dois, mas TRÊS dentes ao mesmo tempo, para não falar nos quatro que já tem à mostra. Pobre criatura, se fosse com um adulto estaria a tomar qualquer coisa forte para as dores, mas ele...bem, aguenta-se com supositórios ben-u-ron, quando tem febre!

 

Tenho para mim, que só temos memória a partir dos 3/4 anos de idade, para não nos lembrarmos, nem termos consciência destes e doutros momentos dolorosos da nossa 1ª infância.

 

 

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publicado às 15:17

Em fase de readaptação

por o que procuro, em 04.03.10

Não tem sido fácil refazer-me à vida, novos horários, novas rotinas, um trabalho diferente, coisas que nunca fiz, nem estava habituada, muito número, muita conta, muita classificação de documentos.

 

Cá por casa as rotinas têm que continuar, roupas, refeições, limpeza e tudo e tudo, soma-se a isto as noites mal dormidas. O meu filho, que desde sempre dormiu direitinho a noite toda, lembra-se agora de acordar por volta da meia-noite ou uma da manhã e chorar desalmadamente e intermitentemente até às quatro ou cinco da matina. Acaba obviamente às voltas na nossa cama, para que tenhamos algum descanso. Acabo por fazer o que sempre disse que nunca faria, só para poder dormir um bocadinho!

 

Desta forma concluo que a vida das mulheres não é fácil, aliás, é dura, demasiado por vezes!

 

 

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publicado às 17:32

O que seria de mim?

por o que procuro, em 02.03.10

Dir-me-ão o que seriamos sem os amigos, aqueles que estão sempre ao alcance do telefone, aqueles sempre disponíveis para ajudar, aqueles que aparecem quando sabem que é preciso, aqueles com quem podemos desabafar??

 

O que seria de mim sem elas??

 

Nada!

 

Muitas vezes olho para a minha vida e agredeço a Deus, o que tenho, o que sou, o meu marido e o meu filho, mas agradeço mais ainda por ter permitido cruzar-me com estas pessoas, que no fundo, são tudo para mim!

 

Obrigada!

 

 

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publicado às 17:35

Um novo ciclo

por o que procuro, em 01.03.10

Hoje inicia-se um novo ciclo, a vida é feita destas mudanças cíclicas, às vezes boas, outras más, mas são sempre mudanças, que nos fazem crescer, mudar, andar para a frente.

 

Hoje, vou dar início a alguma "actividade", surgiu um part-time, trabalho administrativo, não tem nada a ver com o Serviço Social, mas é um começo, para sair de casa, para me refazer à vida!

 

O Simão fica entrgue à "pequena, grande" Bia, vai ser uma aprendizagem mútua, para ele, para ela, mas é decididamente uma fase necessária e antes ficar aqui em casa do que ir já para uma creche.

 

Hoje uma mãe está angustiada com esta mini-separação, hoje uma administrativa inicia funções... Hoje abre-se um novo ciclo!

 

Imagem daqui

 

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publicado às 09:45

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