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Voluntariado

por o que procuro, em 02.04.08

Faço voluntariado numa Instituição Particular de Solidariedade Social, junto da população idosa, e na Paróquia onde pertenço.

 

E há dias, em me que é dificil, deixar os meus afazeres e ir, para estar com os outros, penso sempre que tenho coisas mais importantes, que não vou marcar a diferença, nem vou fazer nada de especial....mas acabo sempre por ir, com maior ou menor ânimo...

 

E é no encontro com os outros que acabo por perceber porque vou e porque me dou, pelo caloroso acolhimento, pela partilha das vivências, de momentos e segredos únicos, pelo companheirismo e pela alegria que vejo nos olhos de quem me dedico...

 

E fica sempre naquele olhar, a esperança de que na semana seguinte haverá um regresso...no meu, fica a esperança de voltar...

 

 

 

 

 

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publicado às 21:43

O medo da mudança...

por o que procuro, em 01.04.08

Muitas vezes vivemos situações de vida angustiantes, quer devido a circunstâncias que nos são imputadas, das quais não temos culpa, quer devido a situações que nós próprios criamos...e eis que a angústia e o sofrimento se instalam de mansinho no nosso dia-a-dia, primeiro devagar, e olhamos para as situações que os causaram com a sensação de sermos capazes de as resolver, depois vão crescendo, até alcançarem uma proporção, que foge do nosso controlo, que nos minam por dentro, que nos fazem sofrer sempre cada vez mais, causando um mal estar cada vez mais insuportável...

 

Muitos de nós vão sobrevivendo com estes "pesos sobre as costas", como se de uma cruz insuportável se tratasse, que teimamos em levar até ao fim, apesar das oportunidades que surjem para aliviar o peso, para lidar com ele, para que nos seja menos insuportável...

 

Mas aliviar estes "peso, sofrimento e dor" implica encará-los de frente, dizer BASTA e arranjar coragem, para por vezes irmos ao mais profundo de nós, buscar um "emaranhado de dores", olhar para tudo isto e começar muito devagar a arrumá-los, de modo a que não nos doam tanto...

 

Parece tão fácil! Mas o medo desta mudança tolhe-nos os movimentos, o facto de conseguirmos viver neste quotidiano doloroso com a cruz às costas, faz-nos acreditar que não há nada melhor do que isto, que vivemos bem assim, ou pelo menos "dá-nos jeito" que assim seja!

Porque afinal, como será olhar para dentro de nós? O que vamos encontrar? Como iremos reagir, lidar com tantas coisas? E sobretudo como será o amanhã? Como será o outro EU mais liberto deste peso?

 

Pergunto-me: Será que não vale a pena descobrir? 

 

 

 

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publicado às 11:07

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