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Séries de Culto

por o que procuro, em 15.04.08

A TV tem os seus encantos e ter aderido ao MEO também , tem imensas funcionalidades, além dos 100 canais! eheheh

 

Para não falar de séries, nomeadamente do canal AXN e da FOX.

Hoje termina a primeira temporada de uma série, da qual sou fã: Life, relata a vida de um polícia que esteve preso por um crime que não cometeu, sai da prisão e regressa ao seu trabalho normal...e inicia a caça aos homens que o incriminaram indevidamente.

 

Mas há outras que me chamam a atenção, Jericho (já soube que a segunda temporada ficou inacabada, mas enquanto não chega, vou continuando a acompanhar), as Mentes Criminosas, Sem Rasto, o Heroes, que já vai na segunda temporada e acho que ainda não perdi um episódio , e claro o CSI (New York, Miami lol)

 

Só que acompanhar a par e passo, cada uma destas séries tem por vezes os seus inconvenientes, nomeadamente o facto da série terminar (foi o caso do CSI, ainda hoje estou à espera que o Grissom descubra a Sara debaixo de um carro, como mostrava a maravilhosa maquete!!) e continuarmos indefenidamente à espera que a continuação da série vá para o ar...ou pior, quando suspendem a emissão de uma qualquer série, sem qualquer explicação, ou ainda quando a mudam de horário...

 

Bem, mas a mudança de horário, não é problema, o MEO permite gravar o que se quiser, quando se quiser, depois é só chegar ao sofá e ver...ou melhor, arranjar tempo para isso!

 

Por acaso, já se começam a acumular alguns episódios de séries para ver...em altura de teste, torna-se mais complicado...mas hoje o LIFE, não perco!

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publicado às 11:08

Passado / Presente

por o que procuro, em 14.04.08

Vivemos presos áquilo que já foi e que achamos que não deveria ter sido, o que fizemos que não deveria ter sido feito, o que dissemos e não deveriamos ter dito, o que não dissemos, o que não fizemos, o que não vimos...

 

O pensar em actos e situações passadas e o acreditar que se as tivessemos concretizado, o nosso presente não seria desta forma, torna o quotidiano angustiante, porque não é assim  que o tinhamos perspectivado, nem é desta forma que o queríamos viver...

 

Contudo, a liberdade está no poder de largar este passado, e em aceitar o presente, não benignamente, como se nada pudesse ser alterado, mas perspectivá-lo, como a melhor forma de viver os nossos dias, e acreditar (lutar) por um futuro ainda melhor.

 

Isto parece o "muro das lamentações", mas são apenas:

 

 

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publicado às 17:24

Á Descoberta...

por o que procuro, em 13.04.08

Já tínhamos ouvido falar de um restaurante, com música ao vivo e espaço para se poder dançar...que ficava no Largo do Rato, após várias tentativas defraudadas para juntar um grupo de amigos e irmos experimentar...desistimos.

 

Entretanto o restaurante mudou-se de instalações, e ontem FINALMENTE, fomos conhecer o

 DançArte

 

 

 

 

Estão no espaço do antigo restaurante Mónaco, que é óptimo, tem música ao vivo, às sextas e sábados, são decididamente danças com sabores (passo a publicidade ), porque a "nouvelle cuisine"não deixa os seus créditos por mãos alheias, o ambiente descontraído, com todo o género de música, apela ao conívio, à descontracção e à dança!

 

Único senão, os preços, mas como é só "uma vez por festa", esta valeu bem a pena!!

 

 

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publicado às 11:14

O Dia de Aniversário...

por o que procuro, em 11.04.08

Não, não faço anos hoje!!!

 

Mas faz uma amiga minha, e ontem conversávamos sobre a ansiedade que costumam ser estes dias!

Pensamos, bem faço anos, deveria ser um dia especial para mim, estar com quem eu quero, fazer o que me apetece, tirar tempo para mim...Grande Ilusão!!

Porquê?

Porque a família aparece, porque os colegas de trabalho querem almoçar connosco, porque é suposto levar-se um bolo de aniversário, aliás, é suposto ter-se um bolo de aniversário e cantarem-se os Parabéns e ter toda a gente à nossa volta...

 

Mais uma vez pergunto: E o próprio Aniversariante, não saberá o que lhe apetece fazer, com quem lhe apetece estar, e se não quiser estar com ninguém, nem ter um bolo, nem ouvir um coro imenso de gente desafinada a cantar os Parabéns (eheheheh), não pode ser?

 

Quando iremos parar para perguntar ao outro: o que sentes, o que queres fazer, ou simplesmente como estás??

 

Para a C., que seja um dia bem passado, dentro daquilo que TU gostarias que fosse!

 

 

 

 

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publicado às 09:34

A paz podre em que vivemos

por o que procuro, em 10.04.08

 

Um mundo ideal, seria aquele em que:

  1. Conseguissemos ser verdadeiros connosco próprios, sermos capazes de SENTIR verdadeiramente as emoções, comprêende-las, interpretá-las, aceitá-las e algumas vezes deixarmo-nos levar por elas;
  2. Conseguissemos ser verdadeiros com os outros, primeiro, os que vivem debaixo do nosso telhado (mesmo que seja o gato), depois a família, mais chegada, alargada e todos aqueles com quem convivemos no nosso dia-a-dia.

Mas como este não é um mundo ideal, vamos vivendo numa "paz podre" (adoro esta expressão, diz tanto!), ou seja, vamos vivendo no "faz de conta".

 

FAZ DE CONTA que está tudo bem, que não fiquei chateada com o que me disseram ontem, que não me irritei por não terem feito alguma coisa que era suposto, que gostei do convite para ir jantar a casa de familiares, que gosto da companhia de toda a gente, que não percebi que me mentiram, que não percebi os esquemas à minha volta, que aceito tudo benignamente, que quero estar aqui...

 

FAZ DE CONTA que não tenho saudades de ninguém, que não peguei no telefone para falar com alguém, que tudo me é indiferente, que não penso em ninguém, que não me preocupo com os outros, que não tenho nada para dizer...

 

Podemos pensar que se não fosse este mundo de "faz de conta" andaríamos todos num conflito permanente, a dizer todas as verdades uns aos outros! Mas será que o conflito é assim tão mau, que se tenha de evitar a todo custo? Não será preferível dizer "as verdades", o que nos vai na alma, o que sentimos, e ouvirmos do outro lado o mesmo? Para crescermos, não só pessoalmente, mas ainda mais, na relação que temos com o outro?

 

Ou será melhor vivermos assim: amorfos, a respirar este ar conspurcado, esta paz que cheira a podre???

 

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publicado às 09:30

Os Direitos das Mulheres

por o que procuro, em 09.04.08

Hoje tive uma conversa mais "acesa" com uma colega da faculdade, num dos intervalos, entre aulas. Estávamos a falar da falta de disciplina de alguns colegas, que fazem imenso barulho nas aulas, e de outras consequências que isso acarreta, como as que temos visto últimamente na TV, acercas agressões a professores, eis senão quando, a colega refere que tudo isto se deve à igualdade de direitos, as mulheres quiseram a igualdade de direitos, sairam de casa para ir trabalhar e deu nisto, a educação das crianças é deixada ao acaso, e ao bom sabor de carreiras e vivências dos seus pais.

 

É certo que vivemos numa sociedade economicista, que se rege por uma ecónomia de mercado que só vê o lucro, onde a dignidade da pessoa quase se perdeu, e onde não há incentivos à maternidade, nem à constituição e manutenção de uma família. Mas daí a dizer que as mulheres deveriam ficar em casa a cuidar dos filhos!!!

 

Quem disse que as mulheres não têm direito a uma carreira? Não haverá possibilidade de conciliar o trabalho e uma vida familiar, onde as crianças sejam educadas com valores e princípios, amor e afecto e já agora alguma disciplina?

 

E onde fica o papel do homem nisto tudo? Reduz-se a ganhar dinheiro, para o "colégio dos meninos" e a chegar a casa e sentar-se para jantar? Não intervem na organização e partilha das tarefas, na educação dos filhos?

 

Não sei o que reserva o futuro, sou casada, mas ainda não sou mãe, mas não me vejo a abdicar de uma vida profissional, para ficar em casa a educar os meus filhos.

Porque acredito, que o casamento, os filhos, a família, o trabalho, o lazer e tantas outras coisas, fazem parte integrante da nossa vida, e é na conjugação de todas elas que nos realizamos enquanto seres humanos,  e é nessa interacção que alcançamos o equiíibrio enquanto pessoas. Abdicar de tudo isso, para nos canalizar-mos num único objectivo, fazer disso a única meta a alcançar na nossa vida, seria muito redutor e acredito que não seria benéfico para nenhum dos dois, nem para a mãe, nem para o filho...

 

 

 

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publicado às 16:27

Nós e os outros...

por o que procuro, em 08.04.08

Muitas vezes pensamos que conhecemos as pessoas, identificamo-nos com elas, partilhamos amizade, convivemos....mas isso não faz com que sejamos conhecedores do seu percurso de vida, dos seus problemas e vivências mais íntimas...

Há porém algumas circunstâncias, que por vezes nos fazem partilhar, por razões de alívio do próprio sofrimento, ou pura e simplesmente pela partilha com o outro, do que nos vai na alma...

E é nestas alturas que ficamos a conhecer mais um pouco, daquele que está à nossa frente, e ficamos admirados, com capacidades que possuem, não só a coragem, mas o discernimento de não se coadunarem com certas situações, tomarem a seu cargo autênticas guerras, para conseguirem lutar pelos seus direitos, ideais, valores e princípios, ou melhor, pela sua própria felicidade.

A capacidade de não ficarem estagnadas numa vivência que lhes causa sofrimento, e de lutarem por um futuro, embora incerto, se acredita ser melhor...Tarefa árdua e bastante complicada!!

Quero por isso deixar aqui uma palavra de apreço, a uma amiga, que passou por circunstâncias dificéis em termos pessoais, mas que soube enfrentar tudo e todos, que se impos perante as barbaridades com que se confrontou, e a sua firmeza e preserverança, fizeram com que ganhasse uma batalha. Embora a guerra não esteja vencida, acredito que isso lhe será possível...

 

 

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publicado às 08:52

Danças de Salão

por o que procuro, em 07.04.08

Ver dois corpos moverem-se cadenciadamente ao som de uma música, ou seja, a dançarem é algo que admiro e que desde sempre gostaria de aprender....

 

Durante o casamento de um amigo, na altura do baile, deparámo-nos, mais uma vez,  com os nossos "pés de chumbo" e decidimos, eu o meu marido e mais uns amigos, aprender a dançar convenientemente

 

Estamos, há já 3 anos, na Escola de Dança, dos Alunos de Apolo, o ambiente é descontraído, os professores são óptimos, a mensalidade acessivel, e aprendemos a DANÇAR (danças clássicas: a valsa vienense, a valsa inglesa, o slow fox, o quickstep e o tango, e as danças latinas: o cha-cha-cha, a rumba, o jive, o pasodoble)!

 

Uma a duas vezes por mês, podemos pôr os nossos conhecimentos em prática, através dos chamados "Bailes Escola", que decorrem, nas instalações dos Alunos de Apolo, onde passam todo o estilo de músicas e onde toda a gente dança...

 

Contudo, andamos sempre à procura de outros locais onde possamos dançar, danças de salão, o que não é fácil. Descobrimos que a Escola Trópico de Dança, organiza uma festa mensal, no primeiro sábado de cada mês, no espaço da Associação Empresarial da Região de Lisboa (AERLIS) sito em Oeiras.

Portanto este sábado fomos à nossa "romaria mensal para o divertimento" há sempre um workshop inicial, onde se pode aprender os passos base de uma dança, que depois será a dança a concurso (e houve quem concorresse no nosso grupo, e muito bem!!), seguindo-se um baile, com danças de salão!

 

É um local de encontro com pessoas de outras escolas e até mesmo com alunos da nossa escola, onde podemos confraternizar, mas essencialmente divertirmo-nos e dançar até não poder mais!!

 

Garanto que é divertimento garantido, além de relaxarem e ficarem com o espírito bem mais leve, não negando o gozo que dá, ouvir uma música e sabê-la dançar, seja onde for...até no supermercado!! ehehehe

 

 

 

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publicado às 15:13

Á procura de serenidade

por o que procuro, em 05.04.08

Todos nós temos problemas...uns que vão surgindo e que conseguimos resolver logo, outros que nos vão acompanhando ao longo da nossa história de vida, com os quais vamos lidando, da forma que conseguimos...

 

Mas há dias em que estes problemas, surgem com maior ênfase, invadem-nos o corpo e a alma, surge em nós a necessidade de "vestir a armadura, desembainhar a espada" e lutar, para que não se instalem.

Não é uma guerra fácil, mas cada batalha vai sendo um pequena conquista.

 

Contudo há dias em que perdemos essa batalha, por maior que seja a vontade de vencer e hoje é um desse dias, em que a tristeza se instala...

 

Os meus estados de espírito, conformam-se muitas vezes a músicas que ouço, hoje será sem dúvida esta, do Rui Veloso:

 

Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim

 

Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje não me recomendo

 

Mas tu pões esse vestido
E voas até ao topo
E fumas do meu cigarro
E bebes do meu copo
Mas nem isso faz sentido
Só agrava o meu estado
Quanto mais brilha a tua luz
Mais eu fico apagado

 

Amanhã eu sei já passa
Mas agora estou assim
Hoje perdi toda a graça
Não queiras saber de mim

Dança tu que eu fico assim
Porque eu estou que não me entendo
Não queiras saber de mim
Hoje não me recomendo

 

Carlos Tê / Rui Veloso

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publicado às 11:25

Aceitação do que somos

por o que procuro, em 04.04.08

Recebi, ontem na caixa do correio, o jornal "Dica da Semana", propriedade das Lojas LIDL, e às quais faz publicidade. No ínicio do jornal aparece uma reportagem intitulada "Moda de Praia", na qual é feita uma referência às novas tendências para o verão, no que toca aos biquinis, triquinis e fatos de banho...

Além de referir as tendências em termos de cores, formatos e materiais utilizados na confecção dos ditos, traz também indicações e conselhos para o que é que as mulheres devem vestir, mediante o seu formato de corpo: "Os modelos de alça mais larga são indicados para quem tem a coxa mais grossa", ou ainda "Para quem tem a barriga dilatada, os modelos de cintura subida são os mais indicados (...)" e para culminar em beleza, acerca dos triquinis: "bastante reduzidos e compostos por duas peças unidas por uma faixa central, sendo as peças mais ousadas da estação, e como tal só devem ser usadas por mulheres em excelente forma física."

Finda a leitura, fica a ideia de que deveremos todas ir correr para o Monsanto, aos sábados, domingos e feriados, para podermos usar triquinis!

Não sou contra o exercício físico, nem contra a boa forma física...mas sou essencialmente apologista que nos sintamos bem connosco próprias e essencialmente com o nosso corpo, independetenmente da forma, peso, altura...

A ditadura da moda, criou uma imagem errada das mulheres, com a qual procuramos competir, e que muitas de nós não conseguem alcançar, vivendo angustiadas, neste mundo onde 1 kg a mais já é motivo de olhares de soslaio, a celulite tornou-se um alvo a abater (de referir que a indústria dos produtos de beleza, investe milhões de euros em campanhas de marketing, para nos venderem a solução milagrosa....ainda inexistente....e que nós teimamos em comprar!)

Mas não é só a moda, mas são tambéms "os outros"!!! Há algum tempo assisti a um programa da "Tyra Banks" na SIC Mulher, onde foram apresentadas imagens de mulheres com as mais diversas formas e peso, em biquinis e roupa interior, a dois grupos de pessoas, um composto só por homens, das mais variadas faixas etárias, outro composto por mulheres, também de várias idades.

Para minha surpresa, os homens admitiram apreciar mulheres com algumas formas, mas realçaram que a imagem e o corpo não são tudo, sendo que a personalidade, a maneira de estar e viver a vida, influenciavam a forma como encaravam as mulheres e como as aceitavam... No que toca às mulheres foram vorazes nas críticas, em relação às imagens que viram, chegando mesmo a afirmar que algumas daquelas mulheres não deveriam vestir fatos de banho, nem usar roupa interior "tão reduzida", porque não tinham estrutura corporal que o permitisse...

Desta forma verifica-se que somos muito mais críticas em relação a nós e às outras mulheres, e é esse "olhar crítico" que nos tolda a auto-estima, mas essencialmente a aceitação, de nós próprias e dos nossos corpos, tal e qual como são... Admito que gostaríamos de mudar alguma coisa, na expectativa de nos sentirmos melhor... Ou talvez nem passe por mudar o "aspecto exterior", mas sim o que cada uma de nós é interiormente, que acabará por se reflectir no nosso exterior, mas principlamente na forma como os outros nos vêem...

Admiro todas aquelas que apesar da forma física, usam os biquinis, os triquinis e qualquer mini-mini (lol) desde que se sintam confortáveis com eles, que assumam quem são, sem falsos pudores, nem moralismos...

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publicado às 13:47



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