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Procura de emprego

por o que procuro, em 14.10.13

Desde que o meu filho entrou na escola que comecei à procura de emprego.

Eu não quero estar aqui a generalizar, nem a fazer análises aprofundadas sobre este assunto, mas daquilo que me é dado a observar e das respostas que tenho obtido, ou a pessoa, sendo estrangeira, vem trabalhar para Inglaterra para uma área específica de conhecimento em que o mercado de trabalho inglês procura candidatos e à falta de nacionais e pelo conhecimento e experiência que a pessoa estrangeira possuí, é aceite na mesma base para concorrer ao posto, ou então, para cargos mais generalistas, torna-se difícil aceitarem-nos como candidatos.

 

E passo a explicar, áreas como a informática, economia, gestão, saúde e até mesmo o social, serão sempre bem aceites porque há muita falta de candidatos nacionais, assim tenham conhecimento, experiência e vontade de trabalhar! Quem não ouviu falar da vaga de enfermeiros que têm vindo para cá? O meu marido é da área informática, ele e mais uns quantos portugueses com quem nos temos cruzado por cá, além de economistas, entre outros, que vieram com vínculos laborais directamente para o mercado de trabalho inglês. As assistentes sociais, ainda e apesar da crise, também têm por aqui sucesso (que estarei eu à espera, perguntam vocês?)

 

Já no que se refere à área de trabalho administrativa, à qual me tenho candidatado, porque apesar de minha formação académica, foi aqui que trabalhei grande parte do meu percurso profissional, a resposta é sempre a mesma: não tenho o perfil pretendido para o cargo a que me candidato.

Hoje uma amiga, não portuguesa, mas também estrageira, depois de vários emails sem resposta para obter informações acerca do seu processo de candidatura para um lugar de assistente administrativa resolveu telefonar. Quem atendeu disse-lhe que além de não possuir um nível educacional suficiente (é licenciada), não tem experiência em back office (o que se afigura verdadeiro) e pasmem-se: não é inglesa!

Obviamente que isto não foi dito desta forma, preto no branco, mas foi-lhe dado a entender isso mesmo, que candidatas nacionais têm preferência. De qualquer forma iriam tentar obter mais informações junto dos recursos humanos e voltariam a contactá-la (respostas típicas para "inglês ver"...)

 

Portanto, um mercado de trabalho livre onde as pessoas circulam livremente e se candidatam, não é uma utopia, mas também digamos que não é para todos!

 

 

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publicado às 13:05



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